Carta aberta a mulher que aceitou a árdua tarefa de ser minha mãe

Mãe, meu amor, te escrevo na solitude involuntária de um apartamento em Blumenau, quando deveria estar pertinho de você às vésperas do seu dia, no aconchego de casa. Nos meus 27 anos de vida, acredito que este seja o primeiro dia das mães que passo longe de você. Maldito Coronavírus, cujo nome me lembra aqueles filmes apocalípticos, se bem que atualmente não estamos muito longe disso.

Foi numa fala do Cortella que encontrei uma boa inspiração em meio caos do Coronavírus

E esta é a melhor hora para sermos testados, afinal, a gente nunca sabe o tamanho do nosso potencial até que sejamos tirado da nossa zona de conforto. Agora é o momento de fazermos o nosso melhor, não somente o possível, pois se você ou eu podemos fazer o nosso melhor e estamos contentes em fazer apenas o possível poderemos cair num lugar perigoso chamado “mediocridade”.

Anne With an E, e as lições valiosas que levarei pra vida

Existem momentos em nossas vidas que são memoráveis, e é difícil de esquecer. Seja um momento bom ou ruim, a gente sempre lembra, e se duvidar nos recordamos até da hora exata. Algumas pessoas guardam na memória momentos bons com mais facilidade, e outras insistem em reviver mentalmente aquela situação que não foi tão legal assim.

Levar um pé na bunda foi a melhor coisa que me aconteceu

Chega um momento em nossas vidas que a gente começa a rever alguns conceitos, principalmente a carreira. Algumas pessoas pensam sobre o trabalho que gostam, e outras sobre o emprego que nem são tão apaixonadas assim. Porém neste momento eu gostaria de refletir com vocês a respeito de levar um pé na bunda.

Não se faz mais mulheres como antigamente

Já houve um tempo onde ser mulher era sinônimo de meiguice e delicadeza, exemplo de menina, moça e mulher. Lavar, passar, cozinhar eram suas habilidades. Essa nova geração traz um novo formato de mulher, mais robustas, vieram desconstruídas de rótulos e sem medo de ser quem realmente são.